quarta-feira, 29 de julho de 2009

Massa respondendo a estímulos


Foi assim que Felipe Massa começou a responder a estímulos.


sexta-feira, 3 de julho de 2009

Os Diamantes são eternos



Agora a moda é, em vez de ser enterrado em um caixão, ou ser cremado, virar diamante após a morte.


Ao custo de alguns milhares de euros e graças a uma sofisticada transformação química, uma empresa suíça agora garante ao falecido reservar seu lugar na eternidade sob a forma de um diamante humano.


Na Suíça, a empresa Algordanza recebe a cada mês entre 40 e 50 urnas funerárias procedentes de todo o mundo. Seu conteúdo será pacientemente transformado em pedra preciosa.


'Quinhentos gramas de cinzas bastam para fazer um diamante, enquanto o corpo humano deixa uma média de 2,5 a 3 kg depois da cremação', explica Rinaldo Willy, um dos co-fundadores do laboratório onde as máquinas funcionam sem interrupção 24 horas por dia. Ou seja, cada defunto pode gerar uns 5 diamantes, ou mais, dá para distribuir para toda família.


Os restos humanos são submetidos a várias etapas de transformação. Primeiro, viram carbono, depois grafite. Em seguida são expostos a temperaturas de 1.700 graus, finalmente se transformam em diamantes artificiais num prazo de quatro a seis semanas. Na natureza, o mesmo processo leva milênios.


'Cada diamante é único. A cor varia do azul escuro até quase branco. É um reflexo da personalidade', comenta Willy. A personalidade pela cor? Que coisa doida!Uma vez obtido, o diamante bruto é polido e talhado na forma desejada pelos familiares do falecido para depois ser usado num anel ou num cordão.Já pensou poder levar seu ente querido, depois da morte, em um colar ou anel? Se perguntarem sobre o falecido você vai poder dizer: 'Ele é uma jóia'.


Se roubarem o diamante é que é o problema, você vai ter que gritar: 'Roubaram o defunto, pega ladrão'!O preço desta alma translúcida oscila entre 2.800 e 10.600 euros, segundo o peso da pedra (de 0,25 a um quilate), o que, segundo Willy, vale a pena, já que um enterro completo custa, por exemplo, 12.000 euros na Alemanha.


Está vendo, a moda tem tudo para pegar, é até mais barato transformar o defunto em jóia!A indústria do 'diamante humano' está em plena expansão, com empresas instaladas na Espanha, Rússia, Ucrânia e Estados Unidos.A mobilidade da vida moderna é propícia para o setor, explica Willy, que destaca a dificuldade de se deslocar com uma urna funerária ou o melindre provocado por guardar as cinzas de um falecido na própria casa.


Quem quiser acessar o site e conhecer mais sobre a empresa é só visitar o site http://www.algordanza.org/

sexta-feira, 12 de junho de 2009

RG-254


O post de hoje vai relembrar o fatídico voo RG-254, comandado pelo famoso Comandante Garcêz. Já são quase 20 anos. Para entender o que aconteceu, temos que voltar ao dia 3 de setembro de 1989. Já eram quase seis da tarde, quando 48 passageiros embarcaram no Boeing 737-200 da Varig, prefixo PP-VMK. De Marabá, no sul do Pará, eles teriam como destino final, Belém, última etapa de um interminável pinga-pinga que começou em São Paulo, por volta das 9 da manhã, e que passara por Uberaba, Goiânia, Brasília e Imperatriz.


Em geral, não se gastam mais do que 38 minutos entre a decolagem em Marabá, e o pouso em Belém. Havendo algum percalço, a viagem pode durar 45 minutos. Para os 48 passageiros do vôo 254, naquela tarde-noite, a viagem duraria mais de três horas e acabaria com um mergulho na mata. Na decolagem de Marabá, o comandante, César Augusto PaduIa Garcez, na época com 32 anos, cometeu um erro grotesco em seu plano de navegação - para chegar a Belém, precisava dirigir o Boeing por uma rota de 27 graus ao norte de Marabá, mas, em vez disso, pilotou o avião no rumo 270 graus oeste, num caminho que, em linha reta, levaria o jato até a Cordilheira dos Andes e chegaria a La Paz.


Perdido na Amazônia, região do país famosa pelo buraco negro dos radares, o comandante fez uma viagem totalmente sem noção. Primeiro, informou aos passageiros de que deviam iniciar os preparativos para a aterrissagem em Belém - desistiu da idéia ao constatar que não conseguia enxergar as luzes da cidade. Mais tarde, preparou-se para pousar em Carajás, mas também passou longe do porto. Tentou, ainda, retornar para Marabá sem sucesso. Por fim, três horas depois da decolagem, quando não restava uma gota de combustível, o 737-200 da Varig mergulhou na floresta. No momento em que o avião parou, Garcez pensou que estivesse perto de Carajás, no Estado do Pará. Na verdade, encontrava-se na região de São José do Xingu (local perto de onde caiu o voo 1907 da Gol em 2006), lugarejo de Mato Grosso a 500 quilômetros de Carajás e a 1 000 de Belém, seu destino original.

Para os 48 passageiros e seis tripulantes, o desastre do RG 254 transformou-se num drama que se iniciou na noite de domingo, quando o avião caiu na selva, para só terminar na madrugada de quarta-feira seguinte - quando teve início a operação de resgate.

Dos 109 assentos do avião apenas sete permaneceram no lugar - os demais se soltaram, esmagando os passageiros.Nos dois dias que permaneceram abandonados na mata, os sobreviventes enfrentaram dificuldades - a comida e a água eram racionadas, não havia remédios e muitos deles limpavam os ferimentos com uísque e vodca.

É importante lembrar que, depois que o 737 deixou Marabá, houve tempo para que o piloto percebesse e evitasse o desfecho trágico.Vinte e três minutos após a decolagem, convencido de que tudo corria bem no voo 254, o comandante contatou Belém. "Estou pronto para iniciar a descida". No mesmo diálogo, conforme gravação da ''caixa preta'', Garcez avisou: "Não recebo 128,2 e não recebo informação do VOR". Esses foram os primeiros sinais que poderiam indicar que o voo estava com problemas.

O pouso foi bem-feito, o Boeing perdeu velocidade até chegar aos 210 km/h, caindo primeiro com a cauda e depois com o resto do corpo do avião, amenizando o impacto do choque com a selva. Entre os onze mortos, dois casos chamaram a atenção: José Antonio Nascimento, que foi jogado pelos ares, em direção à cabine do comandante - sua cabeça ficou encravada na porta, morrendo na hora, e Shikuo Fukuoka, que morreu asfixiado por uma valise que insistiu em carregar consigo. Nas demais mortes, a causa foi idêntica: com o impacto da queda, as cadeiras foram arrancadas do chão e atiradas sobre os passageiros.

Após o pouso forçado, as luzes da cabine se acenderam. Poucos passageiros estavam em condições de caminhar - a maioria estava embaixio de ferros retorcidos, feridos e cadáveres.
Com a ajuda de outros passageiros feridos sem gravidade, o engenheiro Epaminondas de Souza Chaves, um paraense de 36 anos, personagem vital na localização dos sobreviventes, forçou a porta traseira do avião e conseguiu abri-Ia. Ele estava quase na altura da copa de uma árvore, mas não pensou duas vezes: fixou-se sobre um ponto do chão e pulou. A queda de pouco mais de 2 metros de altura foi amortecida pela vegetação, e o sucesso da manobra levou os outros a fazerem o mesmo. "No avião os metais ainda rangiam contra a vegetação quando saí correndo", conta o engenheiro. "Outros dez sobreviventes correram comigo de mãos dadas pela mata por uns dez minutos. Temíamos uma explosão.", contou ã Veja na época.


Usando lanternas, a tripulação transportou os feridos que conseguiu mover sem grandes problemas e os acomodou no chão, do lado de fora da aeronave, sobre folhas de bananeira. Fazia muito frio na primeira noite. Os estoques de água mineral, refrigerantes e cerveja acabaram logo. Alguns poucos comprimidos de analgésicos e antibióticos do kit de primeiros socorros do avião foram distribuídos aos doentes e logo terminaram, os sanduíches estavam cobertos de sangue e foram abandonados. As pilhas das lanternas acabaram, anunciando que a noite de segunda para terça-feira seria às escuras. "Começamos a perder o ânimo, os doentes pioravam e os corpos começavam a exalar um cheiro insuportável", contou uma sobrevivente. Houve brigas entre pessoas que disputavam rem[edios e o resto da água que ainda estava disponível.

Antes do cair da tarde, Garcez encontrou um livro de sobrevivência na selva, leu alguns capítulos e o repassou para outros passageiros. A primeira providência recomendada era procurar água. Ao meio-dia de terça-feira, um jovem passageiro que também era garimpeiro se prontificou a procurar por água.Afonso Saraiva, um agrimensor, na época com 19 anos, andou algumas horas e voltou à clareira aberta pelo avião na queda. Ele tinha encontrado um riacho de águas cristalinas, deu para encher duas garrafas e chegava ao grupo de sobreviventes exibindo seus ''troféus''.

O engenheiro Epaminondas reuniu um grupo de voluntários e embrenhara-se na selva em busca de ajuda, armado apenas com uma sacola de alimentos, um canivete e dois sinalizadores. A missão de Epaminondas fora bem-sucedida. "Andamos alguns quilômetros, e a mata acabou transformando-se num pasto", conta ele ã Veja. "Fiquei alegre, pois onde tem boi tem gente."


Depois de alguns quilômetros pelo pasto, Epaminondas e os voluntários encontraram dois vaqueiros. Era ainda manhã quando Epaminondas e seus quatro companheiros, entre eles Antonio Farias de Oliveira, de 36 anos, gerente de uma avícola em Imperatriz, Maranhão, chegaram à sede da Fazenda Curumaré. Logo depois, um dos vaqueiros da fazenda partia para uma propriedade onde havia um radioamador. "Mandei o vaqueiro ir voando, pois tinha gente morrendo e precisando de socorro no avião". O vaqueiro retornou e contou que ninguém estava acreditando na história de sobreviventes. Epaminondas teve que ir até o radio-amador e transmitiu a mensagem para os quatro cantos do país. Alguns radioamadores passaram a contatar a Infraero, mas ouviam, em resposta, que era preciso fornecer mais detalhes para confirmar a história. "Passei a repetir o número de meu bilhete aéreo com quinze dígitos para todo mundo. Falei esse número umas 800 vezes, até que alguém acreditou", disse Epaminondas.

Teoricamente seria possível saber onde estava o avião antes mesmo que o sol nascesse na segunda-feira - ou seja, os feridos poderiam ter sido resgatados pelo menos quarenta horas antes do que efetivamente ocorreu. Mas a velocidade do socorro esbarrou na lentidão e no desinteresse dos burocratas. A Infraero e o Inpe só conseguiram manter uma conversação produtiva na segunda-feira (dia 04), pois no domingo não havia quem pudesse interpretar os dados do satélite.


Últimos trechos extraídos da caixa preta:

Comandante Garcez : - Senhoras e Senhores , é o comandante quem vos fala. Tivemos uma pane de desorientação dos nossos sistemas de bússola. Estamos com o nosso combustível já no final ainda com 15 minutos. Pedimos a todos que mantenham a calma porque uma situação como essa é difícil de acontecer.Deixamos a todos com a esperança de que isso não passe de apenas um susto para todos nós. Pela atenção muito obrigado e que todos tenham um bom final.

Piloto em terra: – O Garcez , você não conseguiu ir pra Belém por quê?

Comandante Garcez : - Não , é que eu não tinha a indicação de Belém , a bússola tava com outra proa e a gente foi ..ficou andando entre Belém e Marabá e não conseguiu chegar a lugar nenhum agora ta indo para Marabá e não tem mais combustível pra ir pra lugar nenhum , entendeu?

Comandante Garcez : - O motor 1 acabou de parar...A gente vai ter que descer agora...Eu não vou poder falar que a gente vai se preparar para o pouso , ok? Atenção tripulação , preparar para o pouso forçado.

Ao todo 13 pessoas morreram num dos mais toscos acidentes aéreos da história. Um mês depois do acidente, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes da Aeronáutica, CENIPA, recomendou a Varig usar apenas 3 dígitos no campo de curso magnético de seus planos de vôo, reconhecendo que os 4 algarismos, 0270, foram, tanto quanto a negligência de Garcez, responsáveis pela tragédia do vôo 254.













segunda-feira, 1 de junho de 2009

SPAM


Antes de ser uma mensagem indesejada, o Spam (abreviação de '''Spiced ham'', que significa presunto condimentado) era uma marca de presunto enlatado. Foi aí que o grande Monty Python montou um sketch em que um casal discute com uma garçonete em um restaurante a respeito da quantidade de SPAM presente nos pratos. Enquanto o casal pergunta por um prato que não contenha a carne enlatada, a garçonete repete constantemente a palavra “SPAM” para indicar a quantidade. Eventualmente, a discussão faz com que um grupo de vikings presente no restaurante comece a cantar de maneira operática “SPAM, amado SPAM, glorioso SPAM, maravilhoso SPAM!”, impossibilitando qualquer conversa.


Hoje em Londres, a peça SPAMALOT, baseada nesse sketch e no filme ''Monty Python e o Cálice Sagrado'' é um sucesso.


Em tempo, esse SPAM está pros ingleses como o kitut de boi Swift está para nós brazucas.


Quem quiser conferir no You Tube o link para o vídeo é http://www.youtube.com/watch?v=anwy2MPT5RE

domingo, 24 de maio de 2009

Ciao Maldini


No futebol atual é fato raro um jogador só ter tido um único clube em toda a carreira. Uma dessas exceções é o italiano Paolo Maldini. Hoje, Maldini pendura as chuteiras e vira história no AC Milan. Filho de Cesare Maldini, também ex-jogador do rossoneri, Maldini iniciou sua trajetória no calcio em 20/01/1985 contra a Udinese, lançado pelo técnico sueco Nils Liedholm. Na época tinha 17 anos.

Pelo Milan, Maldini disputou 901 jogos, conquistando, na Itália, o scudetto sete vezes (1987/88, 1991/92, 1992/93, 1993/94, 1995/96, 1998/99 e 2003/04), a copa da Itália uma vez (2002/2003) e a Supercopa italiana por cinco vez (1988, 1992, 1993, 1994, 2004). No plano internacional, o craque faturou a Liga dos Campeões em cinco oportunidades (1988/89, 1989/90, 1993/94, 2002/03, 2006/07), o Mundial Interclubes em três ocasiões (1989, 1990, 2007) e Supercopa européia em outras cinco (1989, 1990, 1994, 2003, 2007). Os únicos títulos que faltaram nesse impressionante cartel foram o da Copa da Uefa (segundo torneio mais importante do continente e que, no ano que vem, passará a chamar-se Liga da Europa) e o da Recopa (torneio que deixou de ser disputado em 1999).

Pela Azzura, Maldini disputou 126 partidas e não ganhou nenhum torneio de destaque. Paolo disputou por três vezes a Eurocopa, em 1988, 1996 e 2000, tendo sido vice-campeão nesta última. Representou a Squadra Azzurra em quatro edições da Copa do Mundo, nos anos de 1990, onde foi terceiro colocado; 1994, com o vice-camponato; 1998, onde foi treinado por seu pai; e 2002, quando, após a eliminação italiana (com ajuda da arbitragem, contra os sul-coreanos), retirou-se da Seleção. Recebeu um convite para voltar três ano depois, em 2005, podendo até ter disputado a Copa do Mundo de 2006, mas não aceitou, pois isso lhe tiraria tempo de descanso em datas FIFA e em pré-temporadas, tempos necessarios a sua recuperação e manutenção física, devido à sua idade, considerada elevada ao futebol profissional.

Na sua despedida em San Siro, o Milan foi derrotado pela Roma por 3x2, em jogo válido pela penúltima rodada da Série A. O Milan entrou de camisa nova com homenagem ao ídolo e a torcida rubro-negra exibia faixas com o nome do zagueiro. Os torcedores ganharam cachecol com o nome do ídolo e fizeram bela festa nas arquibancadas do San Siro. Todos os jogadores usaram um distintivo com número 3 no lado direito do peito em referência a Maldini.

Aliás a camisa 3 está, temporariamente, aposentada. A única chance dela voltar a ser usada no Milan é se um de seus filhos se profissionalizar no clube. Só para constar, seu filho Cristhian, já treina nas categorias de base do clube.

Curiosidades:



  • Possui pelo menos dois grandes recordes: é o jogador que mais temporadas disputou na Serie A com a mesma equipe, com vinte e seis campeonatos consecutivos e, foi o jogador a marcar o gol mais rápido em uma final de Liga dos Campeões, aos cinquenta e um segundos de jogo, frente ao Liverpool, em 2005 (O Milan abriu 3x0 mas os ingleses empataram e venceram nos penaltis).

  • Uma grande curiosidade da família Maldini é que dos sete títulos de campeão europeu conquistadas pelo Milan, as seis últimas foram conquistadas por Paolo, e a primeira por seu pai Cesare Maldini.

  • Na infância, era torcedor da Juventus, e admirava o futebol do atacante Roberto Bettega. Foi por insistência do pai, Cesare, que havia feito história na defesa do Milan, que Paolo foi para as categorias de base dos rossoneri e como defensor.Tendo iniciado a carreira como lateral-esquerdo, posteriormente Paolo deslocou-se para a função de líbero, a mesma que seu pai exercia.

Diante de toda essa bela página do futebol que acaba de ser escrita, só posso dizer


Ciao Capitano







sábado, 23 de maio de 2009

Alemanha


Há muito tempo atrás o Quededo me indagou sobre o nome Alemanha e suas várias denominações em muitas línguas.




Depois de procurar, achei algo que talvez esclareça essa dúvida.




O termo "Alemanha" deriva do francês Allemagne — terra dos alamanos — em referência a um povo bárbaro de nome homônimo, que vivia na atual região fronteiriça entre a França e a Alemanha, e que cruzou o Rio Reno e invadiu a Gália Romana durante o século V. O país também é conhecido pelo gentílico Germânia, que deriva do latim Germania — terra dos germanos (em inglês: Germany). Os italianos chamam a Alemanha de Germânia. É uma exceção entre os países de língua latina, já que em espanhol é Alemania.



Durante a maior parte da sua história, a área atual da Alemanha foi o território de vários pequenos reinos, dos quais a maioria pertencera ao famoso Sacro Império Romano Germânico. Apenas a partir de 1871, com a supremacia do reino da Prússia e a criação do Império Alemão, que o país veio a tornar-se, de fato, uma nação unificada. Logo após o término da Primeira Guerra Mundial, uma república foi instalada e o nome do país passou a designar-se República de Weimar.




Após a rendição na Segunda Guerra Mundial, a Alemanha foi dividida em 4 setores de ocupação pelos Aliados e, em 1949, dividida em dois diferentes países: Alemanha Ocidental (Bundesrepublik Deutschland), de cunho capitalista, e Alemanha Oriental (Deutsche Demokratische Republik), esta socialista. A reunificação se deu em 3 de outubro de 1990.




A Alemanha é a maior economia da Europa ,o terceiro maior PIB nominal e o quinto em PIB PPC. Desde a revolução industrial o país tem sido criador, inovador e beneficiário de uma economia globalizada. A exportação de bens produzidos na Alemanha é um dos principais fatores da riqueza alemã. A Alemanha é maior exportador mundial com U$1,13 trilhão exportado em 2006, tendo naquele ano um superávit comercial de €165 bilhões. O setor de serviços contribui com 70% do PIB, a indústria 29,1% e a agricultura 0,9%. A maioria dos produtos alemães são em engenharia, especialmente automóveis, máquinas, metais, e produtos químicos. A Alemanha é o maior produtor de turbinas eólicas e tecnologia de energia solar do mundo. As maiores feiras internacionais comerciais são realizadas todos os anos em cidades alemãs como Hannover, Frankfurt e Berlim.




Após a reunificação alemã em 1990, o padrão de vida e a renda anual permaneceram maiores nos antigos estados da Alemanha Ocidental. A modernização e integração da Alemanha Oriental continua sendo um processo longo e programado para 2019, com transferências anuais do oeste para o leste de U$ 80 bilhões. A taxa de desemprego tem caído desde 2005 e alcançou o menor nível em 15 anos em junho de 2008, com 7,5%. Mas ele é desigual ao longo da Alemanha, de 6,2% na antiga Alemanha Ocidental à 12,7% na antiga Alemanha Oriental. Os sistemas de Segurança Social são bastante desenvolvidos e têm uma longa tradição, que remonta ao governo de Bismarck, na época do Império Alemão, no fim do século XIX.


No futebol, com mais de 6,3 milhões de membros oficiais, a Federação Alemã de Futebol (Deutscher Fußball-Bund) é a maior organização desportiva de seu tipo no mundo.A Bundesliga atrai a segunda maior média de público de qualquer liga desportiva profissional no mundo. A seleção nacional de futebol alemã venceu a Copa do Mundo da FIFA em 1954, 1974 e 1990 (foi vice em 1966, 1982, 1986 e 2002), e o Campeonato Europeu de Futebol (Eurocopa) em 1972, 1980 e 1996. O país também sediou a Copa do Mundo da FIFA em 1974 e 2006, e o Campeonato Europeu de Futebol em 1988. Entre os mais bem sucedidos e renomados futebolistas estão Franz Beckenbauer, Gerd Müller, Jürgen Klinsmann, Lothar Matthäus, e Oliver Kahn. Outros esportes populares incluem handebol, voleibol, basquetebol, hóquei no gelo, e tênis.







sexta-feira, 15 de maio de 2009

Não se sinta só!


Você está aniquilado?

Sente-se sozinho e abandonado?

Está convencido de que ninguém se interessa por você?

Acredita que ninguém está dando a mínima para o fim do seu casamento e pouco se importa pelo seu divórcio?

Você pensa que ninguém repara nos seus sucessos ou nos seus fracassos, ou que sua vida e/ou sua morte nada significam para os outros?

Você está errado!


Existe alguém que se interessa MUITO por você, e acompanha todos os seus passos.





Mesmo que todos lhe tenham abandonado,a RECEITA FEDERAL continuará pensando em você!!!